terça-feira, 13 de setembro de 2011

Hipertensão arterial


Hipertensão arterial
Hipertensão arterial é a pressão arterial acima de 140x90 mmHg (milímetros de mercúrio) em adultos com mais de 18 anos, medida em repouso de quinze minutos e confirmada em três vezes consecutivas e em várias visitas médicas.
Elevações ocasionais da pressão podem ocorrer com exercícios físicos, nervosismo, preocupações, drogas, alimentos, fumo, álcool e café.
Níveis de pressão arterial
A pressão arterial é considerada normal quando a pressão sistólica (máxima) não ultrapassar a 130 e a diastólica (mínima) for inferior a 85 mmHg.
De acordo com a situação clínica, recomenda-se que as medidas sejam repetidas pelo menos em duas ou mais visitas clínicas.
No quadro abaixo, vemos as variações da pressão arterial normal e hipertensão em adultos maiores de 18 anos em mmHg:
SISTÓLICA
DIASTÓLICA
Nível
130
85
Normal
130-139
85- 89
Normal limítrofe
140 -159
90 - 99
Hipertensão leve
160-179
100-109
Hipertensão moderada
> 179
> 109
Hipertensão grave
> 140
>90
Hipertensão sistólica ou máxima

Tratamento e prevenção

            A melhor forma de prevenir a doença é mediante um controle periódico (tirar a pressão), não abusar das comidas com sal, caminhar e evitar o fumo e o café, que aumentam a pressão arterial. Em resumo, tentar modificar o estilo de vida.
Postado por Felipe Vila Nova

Aneurisma


Aneurisma
Aneurisma - O aneurisma é a dilatação de um determinado segmento do sistema circulatório. Pode afetar as artérias, o coração e, mais raramente veias. O aneurisma pode ser provocado pela aterosclerose. Quando isso acontece ele é mais comum na aorta abdominal. Alguns são provavelmente congênitos, como os cerebrais.
Diagnóstico e sintomas
Segundo o neurologista e professor da Faculdade de Medicina da Santa Casa de São Paulo, Rubens José Gagliardi, os sintomas da doença são muito parecidos com os do derrame. Os mais comuns são:
• Dores de cabeça agudas e fortes que aparecem de repente.
• Em alguns casos, perda de consciência e paralisia.
Causas e prevenção
A principal causa do aneurisma cerebral é congênita, ou seja, hereditária. A doença também pode se desenvolver através de infecções, aterosclerose e trauma de crânio.
Por se tratar de uma doença predominantemente congênita, a prevenção é pobre, explica o neurologista Rubens José Gagliardi. Uma forma de se proteger, no entanto, é controlar a pressão arterial, não fumar e não beber em excesso.
Em caso de dúvidas ou qualquer suspeita, procure um neurologista.
Formas de tratamento
O tratamento do aneurisma cerebral pode ser feito duas maneiras:
  •   Tratamento da hemorragia - é o tratamento clínico que age diretamente sobre os sintomas da doença. Com orientação médica, o doente deve tomar os devidos medicamentos, controlar a pressão e a respiração, geralmente em UTI (Unidade de Tratamento Intensivo).

Postado por Felipe Vila Nova
 

Conclusão - Bruna Agnani nº:04

As doenças do sistema circulatório, geralmente são adquiridas por uma disfunção ou deficiência no sistema circulatório, o que podemos fazer para tentar evitar as doenças, são importantes os exercícios físicos que ajudam a circular o sangue com mais eficiência, evitando alguns tipos de doenças nas veias diretas do coração, as doenças do sistema circulatório são perigosas, porque podem obrigar a pessoa fazer uma cirurgia ou até pode levar à um infarto, muitas doenças tem fator hereditário então é preciso tomar cuidado, e fazer exames de rotina sempre que possível.

sábado, 3 de setembro de 2011

Doença de Von Willebrand

Doença de von Willebrand é uma doença hemorrágica hereditária causada por uma diminuição ou uma disfunção da proteína chamada de fator de von Willebrand (FvW). Isto ocorre devido à mutação no cromossomo 12 e é caracterizada por deficiência qualitativa ou quantitativa do fator de von Willebrand. A diversidade de mutações leva ao aparecimento das mais variadas manifestações clínicas possibilitando a divisão dos pacientes em vários tipos e subtipos clínicos. Foi descrita pela primeira vez em 1925 pelo médico finlândes Erik Adolf von Willebrand.
A doença de von Willebrand é a doença hemorrágica mais comum e atinge cerca de 2% da população mundial, atingindo igualmente ambos os sexos porém mulheres tem mais probabilidade de ter a doença diagnosticada pelas manifestações durante a menstruação.

Sintomas: Sangramentos de leve a moderado que variam com a intensidade da doença. Hematomas, sangramentos menstruais prolongados, sangramentos nasais, sangramentos excessivos após pequenos cortes, sangramentos após extração dentária ou outra cirurgia. Gengivorragia, equimoses facéis.

Classificações:
  • Tipo 1 - É o tipo mais comum, entre 60-80% dos casos. É um defeito quantitativo onde a concetração do FvW fica entre 20-50% do valor normal. Causa sangramentos de leve a moderado.
  • Tipo 2 - É um defeito qualitativo e acomete entre 20-30% dos casos. Possui 4 subtipos: 
  • 2A: subtipo mais comum. Neste caso o FvW tem dificuldade de unir-se às plaquetas e há diminuição da presença de grandes multímeros.
  • 2B: o FvW tem grande afinidade de união às plaquetas, por isso diminui a circulação livre do FvW.
  • 2M: não há ausência dos grandes multímeros porém eles não tem a mesma capacidade de ligação às plaquetas.
  • 2N: o FvW perde a capacidade de ligação com o Fator VIII.
  • Tipo 3 - É o tipo mais grave caracterizado pela deficiência total do FvW. O paciente tem sangramentos profundos.
  • Doença de von Willebrand Adquirida - Esta relacionada a outras patologias como doenças linfóides, mieloma múltiplo, macroglobulinemia, doenças mieloproliferativas, alguns tumores, algumas doenças autoimunes entre outras. De um modo geral ela pode ser ocasionada por anticorpos anti-FvW ou não.


Diagnóstico: Deve-se levar em conta a presença dos sintomas, história familiar (já que a doença é de herança genética) e um estudo laboratorial. Seu diagnóstico laboratorial é difícil principalmente no que diz respeito a classificação.

Tratamento:
  • Crioprecipitado.
  • DDAVP ou desmopressina: análogo da hormona vasopressina cuja função é aumentar o nível plasmático do FvW através da libertação dos depósitos endoteliais do mesmo.
  • Fármaco antifibrinolítico: pode ser suficiente para permitir que um paciente possa fazer pequenas cirurgias dentárias.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Sopro no Coração


Sopro no coração
É uma alteração no fluxo do sangue dentro do coração provocada por problemas em uma ou mais válvulas cardíacas ou por lesões nas paredes das câmaras. Na maioria das vezes, não existem sequelas. No entanto, quando o sopro é muito forte, decorrente de lesões nas paredes das câmaras, ele certamente precisará ser tratado, pois um volume considerável de sangue sem oxigênio irá se misturar com o sangue que já foi oxigenado.
Algumas pessoas já nascem com válvulas anormais. Outras vão apresentar esse tipo de alteração por causa de males como a febre reumática, a insuficiência cardíaca e o infarto, que podem modificar as válvulas.

Sintomas: Sopros são caracterizados por ruídos anormais, percebidos quando o médico ausculta o peito  e ouve um som semelhante ao de um fole. O problema pode ser diagnosticado de maneira mais precisa pelo exame de ecocardiograma, que mostra o fluxo sangüíneo dentro do coração.

Tratamento: Como existem várias causas possíveis, o médico precisa ver o que está provocando o problema antes de iniciar o tratamento — que vai desde simples medicamentos até intervenções cirúrgicas para conserto ou substituição das válvulas, que poderão ser de materiais biológicos ou fabricados a partir de ligas metálicas.
Prevenção: Não há uma maneira de prevenir o sopro. Mas existem formas de evitar
que ela se agrave, por isso se recomenda sempre fazer um check-up do seu sistema circulatório.

Matheus Zanquetta

Trombociotopenia...


Plaquetas são células sangüíneas que auxiliam na coagulação do sangue. Trombocitopenia é geralmente uma condição passageira causada por tratamento de quimioterapia e/ou radioterapia. Sua contagem de plaquetas atingirá o ponto mais baixo (nadir) em aproximadamente 7 a 14 dias após a quimioterapia. Quando sua contagem de plaquetas fica abaixo de certo patamar, você corre risco de sangramento e contusões.

Avise seu médico imediatamente se apresentar pelo menos um dos sintomas abaixo:
 Forte dor de cabeça
 Visão embaçada
 Confusão
 Novo sangramento ou sangramento ininterrupto da boca, nariz, vagina, reto ou uretra
 Urina vermelha ou cor-de-rosa
 Fezes pretas ou contendo sangue
 Novas lesões
 Novos e minúsculos pontos vermelhos na pele (petéquias)

O que fazer:
Usar somente barbeador elétrico.
Calçar sapatos sólidos ou chinelos quando sair da cama.
Cuidar da área perianal com banhos de assento ou borrifador, enxugando-se suavemente.
Proteger a pele do sol.
Beber líquidos em abundância.
Prevenir constipação intestinal.
Usar lubrificante à base de água durante as relações sexuais. Abster-se se as plaquetas estiverem muito abaixo do normal.
Assoar o nariz suavemente.
Usar luvas para trocar fraldas, limpar a casa e cuidar do jardim.
Tomar somente Tylenol se necessário.
Avisar a TODOS os seus médicos que você tem baixa contagem de plaquetas.

O que evitar:
Praticar esportes de contato.
Cortar-se ou machucar-se.
Enemas retais, supositórios e tirar a temperatura pelo reto.
Tratamentos dentários ou cirurgias eletivas.
Ingerir bebidas alcoólicas.
Roupas apertadas.
Duchas vaginais e tampões (usar absorventes higiênicos).
Aspirina ou remédios antiinflamatórios não-esteróides, tais como Motrin, Advil, Aleve, Indocin e Naprosyn.
Manicures e pedicures.

Imagens:


Matheus Zanquetta